terça-feira, 10 de janeiro de 2012

09/01/2012 09h31 - Atualizado em 09/01/2012 09h31

Doença faz irlandesa adulta ter corpo de



adolescente de 12 anos

Kate Quinn tem 25 anos e é portadora de síndrome rara.
Jovem nunca entrou na puberdade e mede 1,45 m.

Do G1, em São Paulo

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Uma irlandesa de 25 anos convive com uma doença que a faz ter o corpo de uma adolescente de 12 anos. Médicos acreditam que Kate Quinn é a única mulher na Irlanda a ser portadora de uma síndrome rara que afeta a parte inferior da coluna vertebral e compromete o desenvolvimento do corpo. As informações são do jornal britânico "Daily Mail".

Diagnosticada há dois anos, Kate nunca entrou na puberdade - não tem menstruações e nunca precisou comprar um sutiã. Como sua coluna vertebral não se desenvolveu adequadamente, ela mede apenas 1,45 m de altura.

Após passar o começo da vida adulta se escondendo e "vivendo no limbo", Kate decidiu buscar ajuda médica na esperança de uma cura para sua condição.

Conhecida pela sigla CRS em inglês, a doença acontece quando um defeito congênito impede a formação normal do osso sacro, nos quadris, e de estruturas da região lombar. Médicos acreditam que o problema afeta 1 bebê a cada 50 mil nascidos no mundo.

Para os médicos, o fato dela não ter entrado na puberdade pode ser um efeito colateral da síndrome, mas não conseguem explicar o motivo. Eles afirmam que os hormônios de Kate não funcionam direito -- ela passa por tratamento de reposição hormonal há sete anos, porém não obteve sucesso.

Kate acredita que não irá poder encontrar um amor caso não se desenvolva completamente. Apesar de diagnosticada há pouco tempo, a irlandesa nota que o seu corpo não se desenvolve corretamente desde os 14 anos. Ela espera que a divulgação de sua história à imprensa ajude na procura por especialistas.

domingo, 8 de janeiro de 2012

08/01/2012 09h08 - Atualizado em 08/01/2012 09h08
Biólogo descobre nova espécie de begônia no Norte do ES

Outras onze novas espécies podem ser descobertas únicas no mundo.
Pesquisadores do Brasil e exterior estiveram na região para estudos.
Do G1 ES, com informações da TV Gazeta Norte


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Um biólogo de Jaguaré, município do Norte do Espírito Santo, descobriu uma nova espécie de begônia, que é uma planta ornamental com flores, em uma mata da região. Outras onze novas plantas ainda estão sendo estudadas por Robson da Silva Lopes e podem ser descobertas únicas no mundo.
A nova espécie de begônia foi registrada com o nome do biólogo, nos Estados Unidos, sendo a primeira encontrada pelo pesquisador em uma mata em Jaguaré, ainda no ano de 2009. O que chamou a atenção de Lopes para pesquisas foi quanto ao tipo de solo que deu origem à botânica da região, que é arenoso.
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Vários biólogos do Brasil e do exterior já estiveram no município estudando as novas espécies que estão sendo descobertas.
Lopes explicou que o hábito de ir para a mata, na tentativa de descobrir novas espécies, começou ainda na faculdade de Biologia. Desde então, ele já descobriu outras onze espécies além da nova begônia, que ainda estão em fase de estudo. Uma delas é conhecida como Begônia Jaguarensis, que recebeu esse nome em homenagem ao município.
"Os processos de inscrição dessas novas espécies já foram feitos e estão sendo encaminhados para as revistas especializadas em botânica para serem publicados. Eu não tinha noção de que havia onze novas espécies ainda não descobertas na região, mas a partir disso já temos noção de que se elas foram encontradas, outras ainda podem ser também", explicou Robson Lopes.

FONTE:GLOBO NEWS.

05/01/2012 15h00 - Atualizado em 05/01/2012 15h00

Cães sabem quando estamos



falandocom eles, diz estudo.


Cachorros adultos compreendem a linguagem como bebês humanos.
Pesquisa húngara foi feita com animais criados entre nós.

Tadeu MeniconiDo G1, em São Paulo

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Uma pesquisa húngara publicada online nesta quinta-feira (5) pela revista científica “Current Biology” afirma que os cachorros sabem quando estamos falando com eles. Quando vivem entre humanos, os animais, na fase adulta, têm uma leitura dos sinais semelhante à dos nossos bebês.

No estudo, os cientistas levaram em conta o olhar dos cães. Uma pessoa em um vídeo virava o corpo em direção a um objeto na tela. Se, antes disso, o ator tivesse chamado a atenção dos animais, eles acompanhavam esse movimento.

Foto mostra a metodologia usada pelos pesquisadores húngaros (Foto: Current Biology, Téglás et al.)Foto mostra a metodologia usada pelos pesquisadores húngaros (Foto: Current Biology, Téglás et al.)

Os cachorros não têm habilidades linguísticas, e, portanto, não entendem o significado das palavras da mesma forma que nós. Mas os animais que vivem entre nós conseguem aprender alguns aspectos do comportamento humano e ligá-los às consequências.

“Por exemplo, dizer seu nome – comunicação verbal por parte do dono – tem um significado comunicativo especial para o cão: significa que ‘algo interessante vai acontecer’ ou ‘o dono vai dar uma ordem’, e por isso vale a pena prestar atenção”, afirmou ao G1 József Topál, da Academia Húngara de Ciências, líder da pesquisa.

O processo não é natural e depende da convivência dos cães com os humanos.

Na pesquisa, foram usados animais de estimação ou que trabalham com humanos – em operações policiais ou orientação de cegos, por exemplo. “O processo de socialização afeta o desenvolvimento cognitivo e a emergência de diferentes habilidades cognitivas e sociais em cães”, indicou Topál.

Por isso mesmo, leva um tempo até que cada animal desenvolva essa capacidade. Segundo o pesquisador, ela não surge antes dos seis meses de vida do cão.

A capacidade desenvolvida pelo cão faz também com que ele tente se comunicar de volta com seus criadores. “Pesquisas recentes mostraram que cães produzem latidos distintos em diferentes estados motivacionais e humanos conseguem reconhecer alguns desses estados mais importantes refletindo, por exemplo, medo ou agressão em um latido sem nenhuma experiência visual. Então parece que ‘falar de volta conosco’ pode ser uma ferramenta útil para se comunicar com humanos”, completou o cientista.


FONTE: GLOBO NEWS.